Plataformas como Deezer receberam mais de 13,4 milhões de faixas geradas por IA em 2025, com 39% das submissões diárias em janeiro de 2026 sendo IA. A Deezer agora rotula e exclui essas faixas de playlists/royalties, e estuda vender a tecnologia. Estudos apontam risco de até 25% da receita de criadores até 2028 por IA. Acordos como o da Warner com Suno (startup de IA) impõem “opt-in” para artistas e limitações em planos gratuitos.
O debate sobre direitos autorais e remuneração justa ganha força. Artistas precisam defender catálogos reais e usar IA como ferramenta (não substituta) para produção.
Esses temas são profundos e afetam diretamente a sobrevivência no mercado: royalties dependem de retenção e qualidade, não só volume; consolidações exigem redes fortes; turnês pedem realismo financeiro e a IA ameaça o valor do humano.
